R$ 369 milhões alocados para a saúde do Paraná.
Hospitais paranaenses, especialmente fora dos grandes centros, enfrentavam déficit de equipamentos, leitos e custeio para procedimentos de alta complexidade. Tratamentos oncológicos e cirurgias cardíacas exigiam deslocamento para Curitiba — horas de viagem para famílias já fragilizadas pela doença.
A saúde do interior do Paraná era invisível para Brasília.
Ao longo de 13 anos de mandato (entre Senado e Câmara), Sérgio Souza destinou recursos via emendas parlamentares e articulou aportes com governo estadual, Itaipu Binacional e prefeituras. Cada ação foi negociada diretamente com o município ou hospital envolvido.
Não foi transferência automática de dinheiro: foi trabalho político de articulação, fiscalização e entrega.
Saúde não se faz com discurso, se faz com equipamento. Cada real alocado virou tratamento entregue, leito ocupado, vida atendida.
O Acelerador Linear de Radioterapia do Hospital da Providência em Apucarana transformou a unidade em referência regional em oncologia para todo o Vale do Ivaí. Pacientes que antes precisavam ir a Curitiba ou Londrina passaram a receber tratamento a poucos quilômetros de casa.
Multiplicado por 745 ações em toda a extensão do Estado, isso é o que o mandato entregou para a saúde do Paraná.